Comprar por ocasião
Namoro e casal
Garrafas que os dois vão querer abrir primeiro.
Pede desculpa melhor do que qualquer áudio de três minutos.
Quem lê o nome em voz alta perde o direito de fingir inocência.
Três no rótulo. O casal se encarrega das interpretações.
A lista de convidados estava fechada. A garrafa pediu recontagem.
O jantar era a dois até alguém ler o rótulo.
O nome pede três. A mesa inteira finge que não fez a conta.
Jantar a dois. Pra sobremesa, parece que chega mais um.
Troca de obsessão toda semana. O padrão, pelo menos, é estável.
O rótulo diz Tara. Quem recebe vai achar que foi indireta. Foi.
Tara. Finalmente um presente que chama o assunto pelo nome.
Montou uma planilha pra provar que não era obsessão. O rótulo encerrou a defesa.
O presente é Tara. A fama, ele construiu sozinho.
Perguntou o signo antes do nome. O nome ficou pra manhã seguinte.
O rosé que vira story antes de virar taça.
Entrega o verão com antecedência e confessa, sem vergonha, que você planejou o clima.
A única francesa que chega gelada e não corrige a pronúncia de ninguém.
Não achou? Descreva a pessoa.
Você não precisa entender de vinho. Conta pra quem é o presente; o Curador aponta a garrafa.